O ANEL AZUL

“Setembro de 1973. Dirceu Messias encontra Enio Bucchioni nas dependências do Ginásio do Chile, onde havia sido torturado. Após uma rápida conversa, Dirceu entrega a Enio um anel dourado com uma pedra azul. Sua única herança diante da presença da morte. De lá, ambos foram encaminhados para o Estádio Nacional que, àquela altura, havia se tornado um campo de concentração da ditadura do general Augusto Pinochet. Ali, permaneceram meses sem, contudo, terem se cruzado uma única vez. Quatro décadas depois desse encontro, Xenya, filha de Enio, viaja a Porto Alegre com uma missão: devolver o anel para o seu verdadeiro dono.”

Esta é a história contada por Xenya Bucchioni no filme “O anel azul”, disponível no vídeo abaixo. Neste outro link, da revista Elastica, Xenya conta um pouco mais desta história:

http://elastica.abril.com.br/eu-devolvi-o-anel-que-um-homem-torturado-tinha-deixado-com-meu-pai-quando-achou-que-ia-morrer

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